Benny, o Coelhinho, e minha escavadeira
Sobre esta história
Benny, o Coelhinho, adora brincar na caixa de areia com sua nova escavadeira amarela, mas acha muito difícil emprestar seu brinquedo favorito para o seu melhor amigo. Com a ajuda de uma ampulheta mágica e muito carinho da mamãe, ele descobre uma forma divertida de dividir suas coisas sem medo. Prepare-se para uma linda aventura onde a verdadeira amizade ajuda a construir os maiores castelos de areia!
O que você vai aprender:
- Dividir os brinquedos com os amigos não significa perdê-los para sempre.
- É muito importante saber pedir desculpas quando magoamos alguém que gostamos.
- Brincar junto e compartilhar é sempre muito mais divertido do que brincar sozinho.
Benny, o Coelhinho, sabia fazer um bolinho de areia perfeitamente redondo 🎵 e conseguia cavar um fosso para o seu castelo de areia 🎵 sozinho. Mas ele não sabia o que fazer quando precisava dividir. E hoje, Benny se sentia o rei do parquinho 🎵.
Ele tinha trazido o seu maior tesouro: uma escavadeira amarela nova e brilhante 🎵, com uma pá grande e móvel 🎵. Com seu melhor amigo, Buster, o Cachorrinho, ele decidiu construir um castelo de areia gigante, com um fosso bem fundo — maior do que qualquer outro que já tinham feito antes.
Benny trabalhou duro, colocando a pontinha da língua para fora de tanta concentração. Ele pegava areia com a pá, colocava no balde amarelo e despejava tudo na montanha que não parava de crescer 🎵. Buster batia nas paredes com as patinhas 🎵 para deixá-las firmes. O castelo crescia e crescia, e o fosso em volta dele ficava cada vez mais fundo 🎵. Tudo de que eles precisavam agora era de uma ponte.
— Uau, que fosso incrível! — latiu Buster, muito feliz 🎵. — Benny, você me empresta a sua escavadeira por um minutinho? Eu só quero alisar a ponte.
Buster esticou a patinha para pegar o lindo brinquedo. Benny sentiu um balão grande e quente crescer na sua barriga 🎵. Emprestar a sua escavadeira?! Mas a escavadeira era DELE! As orelhas de Benny ficaram em pé 🎵, e o seu narizinho ficou vermelho. Ele fechou a outra patinha com força e começou a bater a pata de trás na areia 🎵. TUMP! TUMP! TUMP!
— Não! É minha! — ele gritou o mais alto que pôde.

