Era uma vez um menino chamado Marcos que morava em uma casinha muito aconchegante com seu melhor amigo: um cachorrinho marrom e peludo 🎵 chamado Mancha. Mancha tinha o pelo bem fofinho e um rabo que vivia derrubando tudo das prateleiras mais baixas 🎵.

Marcos e Mancha faziam tudo juntos. Brincavam no jardim, dividiam os lanchinhos (embora Mancha sempre tentasse roubar um pouco mais quando Marcos não estava olhando) e dormiam abraçadinhos durante as sonecas da tarde 🎵.

Em uma manhã ensolarada, enquanto brincava com Mancha no parque, Marcos notou um cartaz vermelho bem chamativo na parede. Ele tinha números grandes e desenhos de heróis que nos ajudam, como bombeiros e policiais.

— O que são esses números, mamãe? — perguntou Marcos, apontando para o cartaz.

A mãe de Marcos se aproximou e explicou:

— Estes são os números de emergência. As pessoas ligam para eles quando precisam muito de ajuda.

— Tipo quando um dragão ataca a cidade? — perguntou Marcos, todo animado.

A mamãe riu 🎵.

— Não, é mais para quando alguém está perdido ou se sentindo mal. Lembre-se, Marcos — ela acrescentou com carinho —, esses números são apenas para emergências de verdade, quando alguém precisa de ajuda na mesma hora.

Mas Marcos achou que seria muito legal conhecer um policial de verdade. Assim que sua mãe foi para a cozinha preparar o jantar, ele pegou o telefone e discou o número de emergência 🎵.

— Alô, aqui é a atendente Alice. Qual é a sua emergência? — atendeu uma voz simpática.

Marcos tentou pensar em algo bem rápido.

— Meu cachorro Mancha sumiu! — disse ele, tentando não dar risada, enquanto Mancha estava sentado bem do seu lado, coçando a orelha com a pata traseira de um jeito muito engraçado.

Logo, um carro de polícia com luzes piscantes parou em frente à 🎵 casa deles. A policial Olívia saiu do carro. Ela tinha um uniforme azul bem arrumadinho, olhos bondosos e o cabelo mais cacheado que Marcos já tinha visto. Pareciam pequenas molinhas saindo debaixo do quepe da polícia.

Mas, quando ela entrou na casa, Mancha estava dormindo profundamente em sua caminha, roncando tão alto que seu brinquedinho de apertar 🎵 pulava a cada respiração.