No Posto de Bombeiros do Prado, a bombeira Fernanda, uma raposinha, olhava pela grande janela. Nuvens escuras 🎵 rolavam pelo céu, deixando tudo cinza e triste 🎵.

— O vento está ficando forte 🎵 — disse o Chefe Douglas, um cachorro velhinho e sábio que comandava o posto de bombeiros. — Precisamos estar prontos caso alguém precise de ajuda.

Fernanda enrolou o seu rabinho em volta de si mesma. Ela não gostava de tempestades, mas sabia que ser bombeira significava ajudar os outros, não importava o que acontecesse.

TRIM! TRIM! TRIM!

O alarme de incêndio 🎵 tocou por todo o posto.

— Bombeira Fernanda! — chamou o Chefe Douglas. — Alguém precisa da nossa ajuda! Uma árvore bem grande caiu na rua e um carro está preso debaixo dela.

Fernanda respirou fundo 🎵. — Preciso ser corajosa — sussurrou para si mesma, vestindo sua capa amarela de bombeira e o capacete.

A chuva caía mais forte 🎵 agora, fazendo um barulhinho gostoso no telhado. Um raio brilhou 🎵 lá longe.

— Pronta, Fernanda? — perguntou o Chefe Douglas, enquanto subiam no grande caminhão vermelho de bombeiros.

— Pronta, Chefe! — respondeu Fernanda, tentando parecer mais corajosa do que realmente se sentia.